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Criança com febre na escola, não!
Em nossa escola temos algumas normas, e entre as mais importantes está a que trata de crianças com enfermidades. Sabemos que muitos pais não têm outro recurso que não seja a escola durante o dia para zelar por seus pequenos, mas é muito importante ressaltar que uma criança que apresenta febre (entre outros sintomas) deve ser acompanhada de perto por seu médico pediatra até que o quadro febril seja totalmente revertido. Nessa hora, os pais são peças fundamentais no cuidado da criança, pois uma febre pode ser sinal de doença grave. Abaixo, um bom texto explicando os caminhos e cuidados a serem tomados em caso de febre.
Certo x Errado sobre a febre
Febre não é doença, mas um sintoma que pode significar desde um simples resfriado a uma infecção grave. Os recém-nascidos, principalmente, devem ser logo medicados, para não correr riscos de desidratação ou convulsão. No caso das crianças maiores, algumas medidas podem adiar o remédio. Ou até mesmo evitá-lo.
Temperatura acima de 37º significa febre
ERRADO. A temperatura normal do corpo varia entre 36,5º e 37,5º. Só acima de 38º é que passa a ser considerada febre.
Se a testa da estiver quente é febre certa
ERRADO. Pelo tato, não se consegue distinguir uma temperatura entre 37,2º e 38,3º e, portanto, saber a hora de entrar com o medicamento.
Passar uma esponja com álcool no corpo faz baixar a febre
ERRADO. O álcool tem um calor específico muito alto, que acaba passando para a criança. Melhor dar um banho (de morno para frio) ou envolver o bebê em um lençol úmido, por alguns minutos. Fazer uma compressa com gelo nas axilas, virilhas e testa também dá ótimos resultados.
A febre é mais perigosa nos recém-nascidos
CERTO. Um bebê de um mês com febre de 37,8º deve ser logo levado ao médico. Devido à fragilidade de seu sistema imunológico, mesmo que não apresente nenhum sintoma, ele pode estar seriamente doente e desidratar em pouco tempo. Acima dos quatro meses, alguns sintomas já aparecem – nariz entupido, coriza, diarréia – facilitando o diagnóstico. Depois de três anos, se a febre não trouxer outras complicações e não passar de três dias, não é necessário procurar o pediatra.
Até os 37,8º não se dá antitérmicos
CERTO. Este estado, chamado de subfebril, pode ser revertido apenas com o banho quase frio. Oferecer um antitérmico, nesta situação, pode levar à hipotemia aguda, ou seja, a temperaturas abaixo de 36º.
Só é necessário procurar o pediatra se a febre passar de 38ºERRADO. A febre é apenas um sintoma, que deve ser observado com atenção. Avalie o estado geral da criança, sua disposição para brincar, seu humor. Dependendo do quadro, procure o pediatra.
Uma criança com febre alta pode ter convulsões
CERTO. Normalmente de origem hereditária, acontece somente com 5% delas e na faixa de idade entre seis meses e dois anos. São tremores incontroláveis que podem durar apenas alguns segundos. Caso seu filho tenha tido convulsões antes, observe para que a temperatura não ultrapasse os 38,5º.
Diante da convulsão, não há o que fazer; só esperar que passe
ERRADO. Logo que acontecer, deite a criança em um local plano e retire seu agasalho. Verifique se ela tem alguma bala ou chiclete na boca e jogue fora. Vire sua cabeça para o lado, de forma que não sufoque, caso venha a vomitar. Ligue imediatamente para o médico.
Uma criança febril deve ficar em casa e na cama
ERRADO. Não é necessário que ela permaneça deitada o tempo todo, mas convém não se agitar muito. Dependendo da causa da febre e do próprio temperamento, as reações podem variar: algumas crianças continuam brincando normalmente; outras ficam mais abatidas. Quanto a sair na rua, não existe impedimento, desde que não haja uma mudança brusca de temperatura. Nem calor, nem frio excessivos do lado de fora. Deve-se evitar, também, ambientes fechados. Mas, atenção: quem está com doenças contagiosas, como catapora, cachumba, rubéola ou sarampo, precisa ficar isolado para não transmitir o vírus.
Deve-se agasalhar o bebê para baixar a febre
ERRADO. O bebê necessita fazer a troca de temperatura com o meio e não manter a febre no corpo. Recomenda-se, inclusive, ligar o ar refrigerado, tendo o cuidado de colocar uma bacia com água no quarto, para conservar a umidade do ambiente.
Durante a febre, quanto mais líquido, melhor
CERTO. A ingestão de água, sucos, leite e gelatinas serve para repor o líquido perdido através do suor, além de baixar a temperatura do corpo. A amamentação não deve ser interrompida também. Em caso de vômitos ou diarréia, entre com o soro caseiro ou o que é vendido nas farmácias. E muito cuidado com a desidratação. Se notar que o bebê está com a boca e os olhos secos, urinando pouco e muito apático, leve-o imediatamente para o hospital.
Regina Protasio
Consultoria: Dr. Eduardo Figueiredo Salles, pediatra e neonatologista
Fonte: Site Top Baby
Matéria de internet - Mito: Bebê com febre é um sinal de dente nascendo
Até os próprios pediatras repetem freqüentemente esta afirmação, dizendo que um bebê com febre nem sempre é causa para preocupação. O mito popular prega: “Culpe os dentinhos que estão nascendo, não se preocupe e volte para a cama.”
Febre não é um sinal comum de dente nascendo.
Mas especialistas afirmam o contrário. Um novo dente emergente pode mesmo aumentar levemente a temperatura corporal de um bebê com menos de um ano, mas estudos mostram que elas não costumam causar febre alta. Os sintomas podem ser sinais de problemas sérios como infecções virais.
No ano 2000 uma equipe da Clínica Cleveland (EUA) publicou um estudo sobre pediatria que acompanhou 125 crianças desde os quatro meses até completarem um ano de idade. Neste período houve 475 erupções de dentes e o estudo encontrou muitos sintomas no período de aproximadamente oito dias em que o dente estava emergindo como: mordidas mais freqüentes, baba, esfregar a gengiva, erupções no rosto e diminuição de apetite. Mas nenhuma das crianças teve febre alta.
Um estudo subseqüente acompanhou crianças entre seis e 30 meses com a mesma conclusão. Não houve ligação entre os dentes que estavam nascendo e temperatura corporal ou febre alta. “Antes dos pais atribuírem os sintomas ou sinais de doenças potencialmente sérias da criança com os dentes”, disse o primeiro estudo, “outras possibilidades devem ser eliminadas”.
CONCLUSÃO
Estudos mostram que febres altas geralmente não são sintomas de nascimento de dentes, mas podem ser sinais de problemas mais sérios.
Sem comentários »Dia das Crianças no Brasil
A criação do Dia das Crianças no Brasil foi sugerido pelo deputado federal Galdino do Valle Filho na década de 1920.
Arthur Bernardes, então presidente do Brasil, aprovou por meio do decreto de nº 4867, no dia 5 de novembro de 1924, a data de 12 de outubro como o dia dos pequenos.
O Dia das Crianças só passou a ser comemorado mesmo em 1960, quando a fábrica de brinquedos Estrela fez uma promoção junto com a empresa Johnson & Johnson para lançar a “Semana do Bebê Robusto” e aumentar suas vendas.
A idéia das duas empresas deu tão certo que outros comerciantes resolveram adotar a mesma estratégia. E assim, dia 12 de outubro é dia de criança ganhar presente!
Dia das Crianças no Mundo
Muitos países comemoram o Dia das Crianças em outros dias do ano. Na Índia, é em 15 de novembro. Em Portugal e Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Na China e no Japão, a comemoração acontece em 5 de maio.
Dia Universal da Criança
A Organização das Nações Unidas, também conhecida como ONU, comemora o dia de todas as crianças do mundo em 20 de novembro. Foi nessa data que os países aprovaram a Declaração dos Direitos das Crianças.
Fonte: Site Terra
PARAR E PENSAR
Diante de uma vitrine atrativa, um menino pergunta o preço dos filhotes à venda. -”Entre 30 e 50 dólares”, respondeu o dono da loja. O menino puxou uns trocados do bolso e disse: -”Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes?”
O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pelo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma vísível.
Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou: -”O que é que há com ele?” O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar.
O menino se animou e disse: -”Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!” O dono da loja respondeu: -”Não, você não vai querer comprar esse. Se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente.” O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse: -”Eu não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total.”
O dono da loja contestou: -”Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos.” Aí, o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu: -”Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.”
Autor Desconhecido
Curiosidade…
Por que dizemos “lágrimas de crocodilo”?
Você já deve ter escutado a expressão “lágrimas de crocodilo” em referência a alguém que chora, indicando que o choro é fingido, falso ou hipócrita. Mas por que se diz isso? Será que os crocodilos choram, mesmo?
De acordo com o professor Ari Riboldi, em seu livro O Bode Expiatório, a origem da expressão é biológica. Mas não tem a ver com fingimento.
Quando o crocodilo está digerindo um animal, a passagem deste pode pressionar com força o céu da boca do réptil, o que comprime suas glândulas lacrimais. Assim, enquanto ele devora a vítima, caem lágrimas de seus olhos.
São lágrimas naturais mas obviamente não significam que o animal se emocione ou sinta pena da sua presa. Daí vem a expressão “lágrimas de crocodilo”, querendo dizer que, embora a pessoa chore, suas lágrimas não significam que ela esteja sofrendo, e muitas vezes são mesmo apenas um fingimento.
Fonte: Site Terra








